Relação com a mídia

No momento de conquistar votos vale tudo, aqui ou nos Estados Unidos. Mas veja bem. Alguma vez na vida você imaginou um figurão político ou celebridade daquelas revistas de fofocas darem entrevista para uma criança? Isso aconteceu nos Estados Unidos, conforme relata Marcelo Tas em seu blog.

Com toda a petulância e arrogância que existe entre as “personalidades” brasileiras, vocês conseguem imaginar isso por aqui? Se boa parte das agências cria uma diferença no atendimento até mesmo em relação a veículos menores ou segmentados, que dirá uma coisa dessas. Sim, é verdade, os executivos e fontes são os responsáveis por isso, não querem e se sentem menos importantes dando uma entrevista para a Gazeta de Piraporinha*. Claro, eles não entendem nada de comunicação, não conhecem o processo.

Sempre tive para mim que os artistas só aceitavam convites para participar de programas gravados em universidades porque, vai saber, um dia aquele coitado sentado no banco da universidade não vira um repórter do Estadão e assim por diante.

Aqui, no Brasil, há um glamour em torno da profissão de jornalista. As pessoas acham que você é influente pacas, importante, um ser superior. O que mostra, mais uma vez, total desconhecimento da profissão. Mal sabem que o garotinho aí dos Estados Unidos conta com equipamentos mais modernos do que boa parte das universidades brasileiras. Preciso dizer qual o nível de formação hoje em dia?

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