Entrevista: a minha, não dos outros


É, estou ficando “chique no úrtimo”. Além das palestras (sic), até entrevista estou dando por causa do Pérolas. Falando sério agora, bati um papo com o Rodrigo Van Kampen, do Peixe Fresco, sobre o relacionamento entre redação e assessoria de imprensa. Comentem e discordem!

5 thoughts on “Entrevista: a minha, não dos outros

  1. Oi Eduardo!
    Leio o pérolas a muito tempo, desde os tempos de “blogspot”, queria parabenizá-lo pelos posts! Excelentes, dá pra aprender muito e dar boas risadas… Muito bacana a entrevista, sou estudante de jornalismo e estou nesse meio confuso de jornalistas x assessores.
    Abraços!

  2. Muito boa a entrevista, Edu! Só gostaria de comentar sobre a questão do follow.

    Fazer o folow é importante para nós, assessores. Mas é importante ter bom senso. Na nossa agência, a gente só faz follow em dois casos: em convocação de entrevista coletiva (temos que nos certificar de que todos estão sabendo da coletiva, para depois algum não dizer que não foi convidado. Também aproveitamos para antecipar uma lista de presença) e em caso de releases/sugestões de pauta exclusivas.

    Na maioria das vezes, a gente faz um release pensando em veiculo/colunista específico e envia com exclusividade. A gente já redige o release só com as informações pelas quais tal veículo se interessa e, ás vezes (isso mais frequente com colunistas), a gente até tenta seguir o estilo da redação.

    Então, cara, a gente prepara o material com tanto esmero que a gente precisa mesmo de um retorno sobre tal material. Se o veículo/jornalista não responde em dois, três dias, a gente tem que ligar, pois só passamos o material para ele. Se não rolar, nós temos que dar uma adaptada e enviar a outro veículo.

    Porém, o próprio jornalista pode ajudar na questão do follow, especialmente se já tem uma boa relação com o assessor. Eu pego o exemplo da Lurdete Ertel, colunista de Economia da Zero Hora, de Porto Alegre (somos daqui, tchê!). Ela recebe de 300 a 400 e-mails por dia, e, pelo menos para nós, responde religiosamente todas as nossas sugestões. As respostas são curtas e objetivas: “Toca adiante” (não) ou “Legal” (sim). A gente mal se fala por telefone e nossa relação é ótima.

    Poxa, se ela consegue, muitos jornalistas podem também, e assim não serão incomodados com as ligações. Mas, o mais importante de tudo,é que as sugestões e releases enviados aos veículos sejam de qualidade e pertinentes. Porque vocês, jornalistas, não merecem ter que dar retorno para sugestões furadas, como muitas das que você publica aqui, rsrs.

    Abraço,
    Gabriel

  3. Oi, Eduardo!
    Excelente a entrevista. Gostei da parte em que falas de quando as empresas levarão a sério as assessorias. Aqui em nossa região, o Sul de Santa Catarina, percebo um potencial imenso para este trabalho, mas também que temos que trabalhar muito para fazer as pessoas entenderem o que assessoria de imprensa. Quantas vezes pessoas me perguntam: trabalhas com o que mesmo? O pior é que muitas destas empresas, quando descobrem os benefícios do serviço, geralmente por se espelharem nos maiores do setor delas, buscam assessorias de fora. Por aqui, nosso trabalho tem duas etapas: primeiro fazer com que as pessoas entendam o que é nosso serviço e, depois, fazer a assessoria propriamente dita. Abraços e parabéns pelo blog. Aprendemos e rimos muito com ele.

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