Não acreditou… e bateu o telefone na minha cara


Depois do almoço é o “inferno telefônico”. Todo mundo resolve fazer follow-up a partir das 14h. Dia de evento aqui da editora, redação bem vazia, liga uma figura querendo sugerir uma pauta. Perguntei sobre o que era. Não daria para usar na revista. Dei a dica para ela tentar falar com o Marco, que é o editor dos sites. Passei o e-mail e o ramal dele e avisei: ele está almoçando.
E não é que logo na seqüência a figura liga para o ramal dele??? Reconheci o número quando puxei a ligação. Sabe o que aconteceu? A desconfiada bateu o telefone na minha cara? Pena que não guardei o nome e a assessoria. Mas lembro do nome da empresa.

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2 comentários em “Não acreditou… e bateu o telefone na minha cara

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