A maior das pérolas: direito de resposta


Da mesma forma que coloquei o ocorrido, segue a resposta da assessoria para o caso. Agora é só comentar:

Olá, Eduardo,
Segue nossa resposta, só para por os “pingos nos iis”:

Não houve informação privilegiada. Todos os jornalistas de São Paulo e alguns de outros estados que aceitaram o convite participaram da coletiva.Todos receberam o mesmo press kit e as mesmas informações.

Depois da coletiva, houve um almoço organizado pela Burson-Marsteller (agência de comunicação da Intel) para os jornalistas de fora de São Paulo, na churrascaria Jardineira Grill, por cortesia da Intel, por terem vindo de longe. Nenhum porta-voz da Intel esteve presente nesse almoço. Além dos jornalistas de fora, alguns de São Paulo (que estavam na sala de imprensa no momento da saída para o restaurante) foram convidados (pela Burson), como se convida um colega para um almoço informal, o que de fato era.

Paul Otellini participou de um outro almoço, no próprio Hyatt, com alguns editores de publicações específicas, de interesse do executivo, apenas para relacionamento.

Como estes dois almoços estão sendo confundidos e alguns jornalistas se manifestaram ofendidos e discriminados, queremos esclarecer que EM NENHUM DESSES ALMOÇOS — seja no de cortesia aos colegas de fora, seja no de relacionamento organizado pela Intel — HOUVE QUAISQUER INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS.

Nós, da Burson-Martellers lamentamos o mal-entendido e garantimos a todos que não foi dada nenhuma informação diferente do que já havia sido dito na coletiva. O que poderá ser facilmente comprovado nas eventuais matérias publicadas sobre o evento.

A equipe de atendimento da Intel, na Burson, está à disposição para esclarecer, aos colegas jornalistas, quaisquer dúvidas sobre os fatos. E pede desculpas por eventuais transtornos que estes fatos (até então não checados) tenham causado.

A Burson-Marsteller, que há 50 anos (30 deles no Brasil) zela pelo profissionalismo e pelo bom relacionamento, jamais promoveria a discriminação em quaisquer segmentos.

Gratos,

Alessandra Neris
Innovation &Technology
Burson-Marsteller Brasil
(55-11) 3094-2254
alessandra_neris@br.bm.com

Anúncios

40 comentários em “A maior das pérolas: direito de resposta

  1. A explicação não colou mesmo. Apesar de ter 30 anos no mercado, a assessoria demonstrou uma absurda falta de tato e de respeito, o que convenhamos é imperdoável para uma empresa que trabalha com comunicação. Que imagem ela ajudou a dar para a Intel!

  2. “A Burson-Marsteller jamais promoveria a discriminação em quaisquer segmentos?” Hmm… sei não, hein! Há controvérsias! Ao aceitar, sem questionar, a solicitação do Paul Otellini (ou, ao menos, alertar as conseqüências catastróficas de uma atitude excludente como essa sobre a BM e a Intel) a Burson se tornou cúmplice dessa história toda, portanto, também é culpada!!!!

  3. Não gosto e nem estou aqui para por mais lenha na fogueira, até pq sou assessora de imprensa tb, mas a Burson deveria ter sugerido um almoço de relacionamento com os tais jornalistas-chave em um outro dia, assim não geraria tamanha catástrofe!

    não acredito que tenha sido discriminatório, mas, no mínimo, foi indelicado e de péssimo tom!

  4. Derrubar uma matéria simplesmente por que ficou doído de não ter sido convidado pra um almoço… Isso sim é uma pérola! E que falta de responsabilidade diante dos seus leitores.

  5. tipo assim. O Presidente da empresa não acha a revista importante e não convida, mas a revista tem obrigação de publicar algo? A obrigação com os leitores está relacionada com as perguntas que o jornalista da revista faria ao executivo. Se ele não foi convidado e não fez essas perguntas, não há o que publicar. Concordo com esse cancelamento da pauta.

  6. Nenhuma publicação tem o “dever” de publicar. Os veículos existem para informar os leitores sobre os grandes acontecimentos e notícias importantes.
    Qual pergunta ele poderia fazer durante o almoço que não poderia durante a coletiva?
    Desculpe, mas essa foi uma atitude clara de dor de cotovelo.

  7. Como assessora, acho sim uma tremenda falta de respeito e até “burrice” terem feito isso…..

    Esse tipo de erro não se comete….

  8. Alguns pontos.
    – Sim. Há jornalistas q fazem perguntas diferentes.
    – Há também revistas mensais q trabalham com material analítico e precisam cuidar mais do que coletam e tem a mídia factual, que trabalha com hardnews.
    – Não houve uma gde notícia em todo o evento da Intel. Só factual. Talvez uma pergunta direcionada mudasse isso.
    – Alguém poderia perguntar se a Intel vai peitar outra briga com as teles por colocar o “intel inside” em celulares. É ótimo q uma OEM chinesa ganhe com isso e haja a distribuição de royalties, mas ter o logo da fabricante, da operadora, da Intel… e em breve do Windows… não ia ser um pouco demais? Daria uma boa matéria de mkt. Ou, qual a vantagem de criar uma ‘community PC’ on-line na Índia (esse assunto é pauta na B2B há 3 anos)? Ou, se a queda de 45 para 32 dólares das ações da AMD são sinal q o valor agregado supera a tática de low-cost (outra pauta de mkt/negócios)? Ou se o uso de Wimax na NTT Docomo tem influência no bizne$$ do ocidente?… não faltam perguntas inteligentes q estariam com o Marco Aurélio e outro jornalistas q eventualmente não foram ver o Otelini mais de perto.

  9. E pq o Marco Aurelio não fez as perguntas durante a coletiva? Afinal, as informações não deviam ser para todos???? O problema não era a informação privilegiada?

  10. O que mais posso dizer…já escrevi minha indignação e pela “furada” da assessoria. O que pode ser estranho é a frase ” Além dos jornalistas de fora, alguns de São Paulo (que estavam na sala de imprensa no momento da saída para o restaurante)”. Uma vez que para os jornalistas de SP, que forma convidados, o informação já estava no convite. Outra frase “organizado pela Intel — HOUVE QUAISQUER INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS.”? Isso é meio dificil, uma vez que voce esta frente a frente com CEO, burro do jornalista que não faz um pergunta exclusiva.
    Outra coisa, porque tantos Anônimo postando aqui, vamos mostrar a cara e parar de se esconder.
    Só espero que este erro não se repita e que este evento tenha servido para aprender alguma coisa, tanto para Burson , como para nos jornalistas.

  11. É o fim da picada. Sem dúvida existe sim o preconceito. As assessorias, na maioria das vezes as maiores, esquecem que o Marcão da B2B de hoje, pode ser o Marcão da Veja de amanhã (sem querer desmerecer a B2B, muito pelo contrário – a revista tem ótimos profissionais). Como assessora, acho que devemos tratar os jornalistas como merecem, sempre com respeito, independente do veículo que eles estejam representando. E essa resposta da Burson é no mínimo absurda. Faça mil favores!

  12. Essa explicação só reforçou o “apartheid jornalistico” (adorei o termo, alias) que alguem ja comentou aqui antes.
    Os jornalistas de fora de São Paulo foram para uma churrascaria e um seleto grupo, foram para o restaurante do Hyatt. Ha momento certo pra tudo. E o nome ja diz: “coletiva”.
    No minimo, foi mais um erro de estrategia que ajuda a detonar a relação já deturpada da imprensa com o assessor.

    Claro que a imprensa deve ir ao evento pela noticia e não pelo almoço, onde quer que ele seja, mas as boas maneiras sugerem que se convide os jornalistas para o almoço. Resposta fraca e um argumento mais fragil ainda.

  13. E ja que estamos falando de respeito, acho que não deveriamos chamar os profissionais de assessoria de “povinho”.Afinal, nunca se sabe o dia de amanhã, ne?

  14. Oi Alessandra, td bem? Puxa, ainda bem que não fui à coletiva… Ando tão atarefado que se fosse ao Hyatt e soubesse dessa estratégia de almoços com cardápios (jornalísticos e gastronômicos) separados com certeza ia ficar bem bravo com vocês, ainda mais com a reincidência da BM de chamar veículos “de interesse do executivo”, mesmo que por ordem do próprio. Se a Intel quer executar essa estratégia, cabe à assessoria ponderar se é contraproducente ou nao (alguma dúvida q nao foi?). Se a assessoria concorda, bom, paciência, continuo desconfiado do que vem por parte da BM, e afinal, acho que é isso que mais conta, a imagem de confiabilidade e das boas intenções da assessoria, não? 😉
    Notei que você frisa em maiúsculas que não “houve informações privilegiadas”. É uma questão de ótica. Acho q os executivos da Intel não seriam burros de abrir informações confidenciais ou privilegiadas em um almoço, pode acontecer, mas enfim. O importante é o acesso provilegiado à fonte, há quem sabe aproveitar isso, e certamente os veículos “escolhidos pelo executivo” o aproveitaram. Esse é o ponto. Aqui, Intel e BM fizeram algo condenável, que é tratar veículos uns como primeira categoria e o resto como o resto. É diferente de, por exemplo, convidar um jornalista para uma “exclusiva”, com entrada, prato principal, sobremesa e um expresso do bom –nessas ocasiões há um combinado para estreitar relacionamento com fulano ou sicrano, e estes publiquem algo se quiserem!
    Emfim, acredito que a estratégia venha de cima, por isso nao te condeno pelo ocorrido, quem sou eu pra isso. Mas que sigo desconfiado do que vem da BM, ah isso continuo!
    Sugiro que, da próxima vez que vier um executivo top que todos querem ouvir sem o esquema de “palestra”, a BM pense duas vezes antes de separar os veículos em primeira e segunda categoria. A BM não quer que os jornalistas a tratem como assessoria de segunda categoria, certo? Bom, não pelos profissionais ou recursos (mto pelo contrário), mas pela confiabilidade e suas intenções.
    Abração,
    Max

  15. Como assim, espera que eu não vá pra Veja nunca? Se pagarem melhor, estou lá. Eu trabalho por dinheiro, oras. 😉

    Gostei do questionamento do Giba. E admito que nenhuma das perguntas me ocorreu. Falta de preparo meu, o que não contraria seu argumento.

  16. Continua incrível…
    Quem já trabalhou em assessoria de imprensa?
    Atire a primeira pedra o assessor que nunca foi obrigado a sucumbir às exigências de um cliente, mesmo que não concorde com a estratégia.
    É o seguinte: quem acha que não tem notícia, não escreve a matéria e pronto. Não fica discutindo… Trabalhar em novas e melhores pautas seria mais produtivo.
    E o jornalista que vai a uma coletiva ou aceita uma viagem paga e não publica uma linha? O assessor liga e cobra???
    E aquele que publica, mesmo sem qualquer “notícia”, só porque foi “patrocinado”.
    Não acompanho esse blog, mas já li comentários indiscretos sobre brindes, por exemplo. Absurdo dos absurdos. Como se a empresa fosse obrigada a fornecê-los. Bem faz a Abril, que não aceita jabá…
    Sigam o exemplo, caros amigos.

  17. Trecho de um comentário do sábio Ney Hayashi lá no chicoteia:

    “…é direito das empresas convidar quem eles quiserem para eventos e coletivas, do mesmo jeito que é direito de quem ficar de fora reclamar por ser excluído”

    Assino embaixo.

    Marco Aurélio


    Viu? Assinei.

  18. Como disse no post anterior, essa situação não me surpreende porque no jornalismo e na ATUAL SOCIEDADE o que vale é o status.
    Acho que a Burson, a Intel, os veículos discriminados e os privilegiados que se sentiram ofendidos, um pouco FALSOS ou cegos.
    Sorry, galera! Mas essa é a REALIDADE do jornalismo. Porque ninguém nunca revoltou antes?
    Estamos falando de INTERESSES. Ninguém vai tratar eu, Ceila Santos, freelancer sem dinheiro no bolso e sem pauta para a ABRIL como trata UM FREELA que tem pauta com a ABRIL ou com o VALOR ou subindo um pouquinho com Ethevaldo Siqueira ou uma Lia Ribeiro.
    Porque?
    Ora bolas! Vcs não sabem?
    A Burson confessou o erro ao admitir que convidou quem tava por perto de Sampa. Ou seja, os MAIS AMIGOS ou AQUELES QUE OS ASSESSORES PRECISAM SER “AMIGOS”.
    Essa sempre foi a regra do jogo. Duvido que mude alguma coisa: a burson vai continuar convidando quem ela tem que convidar, os pequenos vão continuar escrevendo sobre os grandes mesmo sendo excluídos dos encontros privados. PORQUE?
    quem manda é a grana. anúncio pra revista, dinheiro pra assessoria e salários de dar inveja aos editores e diretores e aquela titica de dinheiro pra quem é’pé de BOI. Ou seja, repórter.
    E olha que os repórteres ganham mais que freelas como EU.
    Quer saber, nessa zona toda, quem ganhou foi meu amigo EDU. PARABÉNS POR ABRIR OS OLHOS DAQUELES QUE FINGEM NÃO VER AQUILO QUE SOMOS!!!!!!

  19. Gente, não me leve a mal. Só usei a Veja como exemplo por causa da importância que as assessorias dão a ela. Foi só para ilustrar que merecemos respeito independente do veículo em que trabalhamos. Estou tão indignada quanto vcs.

  20. como já foi dito……a assessoria deveria ter feito almoço separado…coletiva separada..etc etc…

    Outra coisa, a argumentação toda da assessoria vai pelo ralo se o convite do almoço estava mesmo impresso para alguns dos jornalistas…

    Não tem desculpa que justifique isso.

    Qto à escolha de tais veículos, infelizmente é assim mesmo….mas tb vai do assessor mostrar para o cliente o quanto “tal” veículo pode ser importante para ele.
    abs,
    Assessora de Imprensa

  21. Eu só tenho uma coisa a dizer:
    ESSA PESSOA QUE ESTÁ FALANDO “UM MONTE” (de abobrinhas, claro!) sobre AI e, principalmente, sobre a B-M demonstrou uma dor-de-cotovelo ABSURDA, pois, provavelmente, ADORARIA atender a Intel. Desculpe, minha/meu filha/o, a B-M é uma excelente assessoria, com excelentes profissionais, e a inveja É UMA MERDA!

    Ah, uma coisa q me irritou MTO em seus fatídicos POSTS, foi o MAU uso de um recurso gramatical chamado “reticência”, pois este conta, apenas, com 3 pontinhos no final da sentença. Nem isso a anta sabe e, por isso, coloca um monte! Ai, q chato… (viu como faz? hahahahaha).

    Ah, e concordo com a Célia Santos e mais alguém q perguntou se as pessoas não conhecem a rotina de um assessor de imprensa. (?!)

    Eu mesma – sim, sou mulher, mas não vou colocar meu nome meisshhhmooo pq a discussão, pra mim, acaba aqui – sou assessora e JAMAIS alguém me verá agir de má fé com qquer colega, NUNCA,
    NEM FODENDO – o peso do “nem fodendo” já foi bem explicado por nosso gde Millôr em um de seus “brilhantes” e bem-humorados txts – NEM FODENDO irei sugerir uma pauta “exclusiva” se ela realmente não for; SEMPRE q algum colega pedir auxílio para fontes/dados, por menor e mais humilde (como colocaram em post anteriores) que seja o veículo, eu me desdobrarei para obter TODAS as informações que me foram pedidas.

    Porém, os chamados encontros de relacionamento existem, claro, e sempre vão existir! Os jornais da grande imprensa, como são conhecidos – eu não desmereço qquer veículo, já trabalhei em jornal de bairro e AMEI, mas até parece que as pessoas não sabem que a VEJA, a FSP, o OESP, entre outros, são veículos tradionais e com mto peso sim! Principalmente aos olhos do cliente.
    O que VCS acham que eles nos pedem? A capa da VEJA, se possível, semana sim, outra não. Não acho que os demais veículos não tenham seu peso, seu valor, mas sem hipocrisia, peloamordedeus! O que as pessoas querem provar ao falar de dois pesos, duas medidas? O óbvio?

    Quanto aos “goodwills” da vida, quem diz com QUEM, QUANDO e ONDE, o tal do lead – LÍDER, que mtos de nós aprendeu na facul, é o CLIENTE.
    Manda quem pode e obedece quem tem juízo. Vcs acham msm que ganhamos tão bem assim? Não! Mas o mercado tá foda, não tã não? E tenho dito!

    Abraços para os colegas (menos para os INVEJOSOS).

  22. Creio q esse blog é apenas uma brincadeira. Não é possível alguém gastar tempo valioso pra ficar metendo pau no trampo de assessoria. Mtos de vcs jornalistas podem estar trampando numa assessoria algum dia.
    O fato é q o amadorismo da assessoria não justifica o posicionamento de vcs, q estão se escondendo c/ esse papo de discriminação, qdo o principal motivo são vossos enormes egos feridos. Qtas e qtas vezes os veículos maiores ganham exclusividade e privilégio e vcs nem mexem a bunda pra reclamar. É fácil bater em bêbado.
    Nessas horas eu me lembro mto bem do episódio da Escola Base. Grande trabalho o de vcs jornalistas.
    pasqualepalermo@bol.com.br

  23. Que pena! A coisa mais absurda de todos esses comentários nem tinha a ver com o tema principal, mas foi anônima…

    Queria mesmo saber quem acha que ir à Jardineira é coisa de mau gosto…

    Será um(a) grande chef ou alguém que nunca esteve lá, a não ser em almoço pago pelos outros!?

    Churrascarias boas não se resumem a picanha com farofa e polenta em horário de pico com famílias imensas (hehehe)…

    $$$$e tiver chance, experimente ir ao Fogo de Chão ou à Jardineira em um sábado, às 17h… garanto que poderá degustar excelentes vinhos, além de provar as melhores costeletas de cordeiro com aspargos frescos do planeta!

    Comentários assim só podem partir de quem freqüenta Antiquárius, Fasano, Prime, Vecchia Cucina, Alimentari, Eau, Figueira etc… de jeans e camiseta, com a própria grana, não acham!?

  24. Se fudeu mané fofoqueiro(a)- bem coisa de um(a) imbecil que não tem o que fazer – o tal blog da assessora não está mais no ar.
    Quem sabe ela não queira ficar na dela, sem se meter nessa baixaria…
    E outra: quem é você pra dizer se a “idéia medíocre” foi dela?
    Faça-me o favor, apedeuta sem futuro!

  25. Caramba, a que nível chegou essa conversa?

    Ainda bem que o Edu está moderando agora, porque sabe lá o que poderia ser dito aqui ainda.

    Não sei porque existem certas pessoas, que insistem em usar palavriados nada agradáveis. Só pode ser para se vangloriarem mesmo.

  26. Nossa, que confusão… da Intel e da BM, claro. Deu saudades de trabalhar com assessoria de imprensa de empresas de tecnologia (para os que não lembram de mim, atendi Kodak, Check Point, Apple, GE Healthcare, entre outros deste mundo fascinante de TI). A saudade é por ver que tem gente que ainda não aprendeu a colocar os pingos nos iis com o cliente, explicar que o Brasil tem uma imprensa tão forte e independente, além de plural. Saudade porque eu, como vários colegas bons assessores que conheço, ainda termos que ver assessorias de imprensa sendo tratadas como serviço de “me coloque onde e como quero estar” por alguns clientes e, pior de tudo, muitas agências aceitam este papel.
    Espero que todos os que trabalham em AI aprendam alguma coisa com toda esta discussão.

    Beijos ao Edu e a todos os amigos de quem li comentários aqui.
    Marina

  27. Já estive dos dois lados, num veículo “do primeiro escalão” e em um “humildezinho e sem tradição” e posso dizer com experiência: assessores e assessorias te descriminam sim.

    São raras as vezes que as solicitações dos pequenos são atendidas “na primeira”. Até fotos e informações simples, como preço de produtos lançados pelo cliente, são “reguladas” ou passadas aos 48 do segundo tempo.

    Querem um exemplo? Certa vez precisei de uma informação sobre um produto de uma fabricante cujos celulares andam explodindo por aí. Liguei três vezes para a assessoria e, sem dizer o nome do veículo para o qual escrevia, ouvi da atendente “que todos estavam numa reunião fora”. Desliguei.

    Cinco minutos depois liguei novamente, desta vez, citando o nome do jornal logo após o meu. Curiosamente, o tom de voz da atendente mudou do tedioso para o quase jubiloso e, milagrosamente, não um, mas dois assessores me atenderam prontamente. Curioso, não?

    É lamentável. É vergonhoso!

    O mais engraçado disso tudo é ver assessor reclamando que é mal tratado por este ou aquele coleguinha de um “grande veículo”. O mundo dá voltas e os peixinhos de hoje podem virar os cobiçados peixões de amanhã.

    Cuidado, coleguinhas assessores! Nós não nos esquecemos das assessorias e dos assessores malvados. “Quem bate, esquece; quem apanha, não.”

    Fazer o quê? Pensem nisso e, por favor, mais respeito com os colegas de redação (não importa qual seja o tamanho dela). 😐

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s